sexta-feira, 12 de março de 2010

Durch das Prinzip "Auge um Auge" wird die ganze Welt nur blind


Que xabuzão hein? Novas propostas e novos rumos. Cada vez que a fumaça sai uma nova possibilidade se concretiza possível. Não sabendo que era impossível, dizem que foi lá e
fez. Como disse sabiamente vovó: “uma alma
acabou de nascer”, quando aquilo lá aconteceu.
Semana de chimarrão com chá alemão. Semana passou voando, periga uma hora
alguém cair pra fora algum dia desses.
Coragem de mudar muito que é admirável.
Olha só... o que mudava tanto em sete dias,
tempos atrás, agora muda de um dia pro outro
quase. Não tanto muda mais, mas o que muda é mais profundo. Do outro lado quando neguinho vai ficando mais velho se diz que é muito mais difícil de mudar. Quando chegar a nossa hora, será que vamos ter coragem?
Só quando aparece uma doença terminal que
se conscientiza de que se está morrendo. Então muda o valor da vida, o olhar, a regra de planejamentos. Planejar é preciso. Não é preciso. Navegar é preciso. Não é preciso.
Queria ter vivido em todas as épocas da história. É difícil demais escolher uma só pra
viver. Alguém me diga pra eu lembrar de viver a época que eu nasci e deixar de planejar as coisas, por obséquio.

quarta-feira, 10 de março de 2010

tempo ideal,Conversa ideal, ocupação ideal

Dae!
Quem é?
Sou eu ae malandráge!
Haha mas que voz de baiano é essa?
:( era pra ser carioca...
haha, come que ta??
Pô, agora que você falou, tudo ótimo!
Que bom! To super ocupado hoje que eu ia te ligar!
Eu também! Posso te ligar daqui a pouco?
Pode, claro! Só que liga no meu celular que eu já to quase saindo!
Ta bom, beeijo!
Beeijo!

Sempre no momento certo,
Mau-ri.

segunda-feira, 8 de março de 2010

São coisas da vida, minha nega - Presentes.

Seguindo com nossa sugestão de presentes, para amig@s dê uma faca. É sempre útil e nunca se sabe quando se vai precisar dela.
Otherwise, se for mulher dê flores. Se for homem dê vinho com nomes em espanhol. Na dúvida, dê chocolate*.
*Chocolate é caro. Se você não estiver achando caro, não deve ser chocolate.

Sempre ajudando,

Máu-ri

Mesmo livros, novas leituras.


A Lei do Quão

Deve ocorre em breve
uma brisa que leve
um jeito de chuva
à última branca de neve.

Ate lá, observe-se
a mais estrita disciplina.
A sombra máxima
pode vir da luz mínima.

P.Leminski.

A sombra máxima pode vir da luz mínima. Pra escrever alguma coisa intelectual use palavras antagônicas na mesma frase de forma a relacioná-las. Senhor Leminski deve ser mais profundo que isso. Falta o contexto aqui, agora. Hoje penso que sinto saudade de uma porção de gente. Da moça que devolveu meu último livro dele que eu emprestei na biblioteca e nem pude ler. Do frio. Da menina que fazia meus domingos mais felizes e hoje é parte de cada dia. Da que foi pro velho continente na cidade luz! Bah! (de você que me mandará a encomenda não-uruguaia também). Bah de novo. Que sem contexto né. Eu quero jogar videogame, jogar futebol, ficar um tempo sem fazer nada, mas ao mesmo tempo ter o que fazer. A sombra máxima pode vir da luz mínima. Será que isso tem de ver com esforço? Força de Vontade? Quero ir pra faculdade, quero ter provas, mas não quero ter provas. Quero me formar. Mas quero continuar na faculdade. Quero amigos por perto sempre. Ontem teve show do NOFX. Eu gostei, mas não curti o show. Perdi o segundo dos meus três ex-alargadores. Pode-se aceitar isso numa boa? Quero grana provinda do trabalho que deixa agente cansadão na sexta-feira depois do expediente, que acaba um pouco antes do normal. Quero contexto sempre. Quando neguinho não se entrega pras coisas, as coisas não saem direitas. Odeio ser tão meio termo. Apesar de que me passa agora que essa é minha única mais ou menos grande qualidade. Quero Estrogonoffe no R.U. mais vezes. Quero usar bermuda pra trabalhar quando ta calor demais. Da luz mínima. Um momento no domingo pode ser tão bom. Parece que dá pra ver o tempo, e andar do lado dele. Pena que dá pra ver o fim. Tem que aceitar, e mesmo sabendo que domingo que vem dá pra ter de novo, eu queria mais!
Sem mais,

Mau-ri. (acreditou mesmo que eu não tenho mais?)

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Improduções artísticas, sem arte





Só consigo pensar que eu quero ir embora hoje. To com uma vontade de ir pra casa. Eu precisava cortar o cabelo. Saco, dia realmente improdutivo hoje. Vou acabar indo tomar uma cerveja. Convido Vossa Senhoria a acompanhar-me.

"Magrão, uma Ferreira". (Cerveja porra nenhuma).

Máu-ri.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

De volta ao café e as maçãs



Querido diário, ontem conheci meu professor de psicologia e antropologia. “Escrevam um texto ‘quem sou eu’, pra qualquer matéria”. Lógico que eu não fiz. Mas vou fazer sim. Só que eu pensei um montão no que escrever. Tem uma música do cd “infinito de pé” do André Abujamra que chama “curriculum”. É genial pra responder umas questões assim. Ainda mais que sei lá. Agora eu lembrei que eu escrevi por causa do café ontem. Teve um tempo que minha alimentação foi baseada em maçãs e cafés. Foi muito marcante na minha vida. Acho que nem deve fazer tanto assim... Mas de fato foi marcante. Não por comer maçãs e tomar café. Mas pelas memórias que isso me traz. Pelas memórias do que e de como eu me sentia naquela época. Interessante. Eu relaciono uma fase, uma passagem, um tempo , sei lá de que forma pode definir isso, com o que eu sentia. Daí então, tavo pensando no que escrever sobre mim. Não sei ainda, de fato. Mas o que ficou bem claro foi que se eu fizesse isso um ano atrás, ou um ano na frente (escrever sobre a história da minha vida, costumes e sentimentos) seriam extremamente diferentes. Só que a essência seria mais ou menos a mesma. Com alguma pesquisa e algumas equipes de análise, poderiam facilmente constatar que eu mudo, razoavelmente bastante, principalmente nesses últimos anos, 23/4 pra ser mais exato, mas continuo de fato com o meu essencial ser. Exemplo crucial: eu ODEIO, odiarei, odiava, e todas as formas de conjugação possíveis deste verbo, azeitona. Se ouvir, Vossa Senhoria, curriculum, do André Abujamra, fica mais fácil de entender o que eu quero dizer quando me refiro à história da minha vida. Basicamente fatos não mudo. Mas o tanto que eu tenho sentido cada coisa muda o jeito que eu vejo, lembro, analiso o fato. De fato, facto fato fafafafafa to. É fato, é exacto. É o caralho. Memória fail.
Da série textos sérios compenetrados e muito intelectuais pro meu gosto comedialóide.

Quer uma maçã?
Mau-ri.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

A Sensação depois do café derramado

Derramei uma xícara de café na mesa do trabalho. Fiquei bem quieto, ninguém olhou porque eu não levantei suspeitas. Retirei calmamente o celular, tirei uns papéis que tinha pego no banheiro e colocado no bolso (para enxugar o suor mais tarde) e enxuguei o celular. Tirei as maçãs de cima do café derramado. Peguei a folha com o modelo de formulário que eu tinha acabado de imprimir (já que tava metade molhado de café já) e enxuguei o que eu pude, e joguei no lixo. Levantei, com calma, fui até a cozinha, pedi um pano, voltei e enxuguei minha mesa. Quando levantei de novo, chutei a tomada do computador. Com parcimônia religuei-a, certifiquei-me das tomadas estarem firmes nos seus respectivos plugs. Devolvi o pano na cozinha e peguei uma nova xicrinha de café.
Fiquei com uma deliciosa sensação de limpeza desde então! Eu recomendo para todo mundo uma limpeza sem alarde. Acalma, rejuvenesce e enaltece a alma. (pra quem tiver alma, claro).
Minha chefe me mostrou o cd novo da Sade (Chadê, para mim, Ssáde, para ela). Disse que era novíssimo e continuava muito bom e a cantora, que tem a idade dela, 50 anos, continuava muito linda. Eu disse que ultimamente só escuto o cd 2 da trilha sonora da novela o Rei do Gado, com os maiores sucessos de Pirilampo e Saracura. Uma pena... ela não se lembra da novela.
Pós-carnavalidade passada, ano começado. Claro que pra mim o ano começou antes do ano passado acabar. Pois é, quis ser dramático nesse comentário. Agora a vida será mais dramática do que nunca. Continue ligado para mais episódios desse drama.
“Disseram que ele não vinha... olha ele aí!”
Mau-ri.