Seguindo com nossa sugestão de presentes, para amig@s dê uma faca. É sempre útil e nunca se sabe quando se vai precisar dela.
Otherwise, se for mulher dê flores. Se for homem dê vinho com nomes em espanhol. Na dúvida, dê chocolate*.
*Chocolate é caro. Se você não estiver achando caro, não deve ser chocolate.
Sempre ajudando,
Máu-ri
segunda-feira, 8 de março de 2010
Mesmo livros, novas leituras.

A Lei do Quão
Deve ocorre em breve
uma brisa que leve
um jeito de chuva
à última branca de neve.
Ate lá, observe-se
a mais estrita disciplina.
A sombra máxima
pode vir da luz mínima.
P.Leminski.
A sombra máxima pode vir da luz mínima. Pra escrever alguma coisa intelectual use palavras antagônicas na mesma frase de forma a relacioná-las. Senhor Leminski deve ser mais profundo que isso. Falta o contexto aqui, agora. Hoje penso que sinto saudade de uma porção de gente. Da moça que devolveu meu último livro dele que eu emprestei na biblioteca e nem pude ler. Do frio. Da menina que fazia meus domingos mais felizes e hoje é parte de cada dia. Da que foi pro velho continente na cidade luz! Bah! (de você que me mandará a encomenda não-uruguaia também). Bah de novo. Que sem contexto né. Eu quero jogar videogame, jogar futebol, ficar um tempo sem fazer nada, mas ao mesmo tempo ter o que fazer. A sombra máxima pode vir da luz mínima. Será que isso tem de ver com esforço? Força de Vontade? Quero ir pra faculdade, quero ter provas, mas não quero ter provas. Quero me formar. Mas quero continuar na faculdade. Quero amigos por perto sempre. Ontem teve show do NOFX. Eu gostei, mas não curti o show. Perdi o segundo dos meus três ex-alargadores. Pode-se aceitar isso numa boa? Quero grana provinda do trabalho que deixa agente cansadão na sexta-feira depois do expediente, que acaba um pouco antes do normal. Quero contexto sempre. Quando neguinho não se entrega pras coisas, as coisas não saem direitas. Odeio ser tão meio termo. Apesar de que me passa agora que essa é minha única mais ou menos grande qualidade. Quero Estrogonoffe no R.U. mais vezes. Quero usar bermuda pra trabalhar quando ta calor demais. Da luz mínima. Um momento no domingo pode ser tão bom. Parece que dá pra ver o tempo, e andar do lado dele. Pena que dá pra ver o fim. Tem que aceitar, e mesmo sabendo que domingo que vem dá pra ter de novo, eu queria mais!
Sem mais,
Mau-ri. (acreditou mesmo que eu não tenho mais?)
Deve ocorre em breve
uma brisa que leve
um jeito de chuva
à última branca de neve.
Ate lá, observe-se
a mais estrita disciplina.
A sombra máxima
pode vir da luz mínima.
P.Leminski.
A sombra máxima pode vir da luz mínima. Pra escrever alguma coisa intelectual use palavras antagônicas na mesma frase de forma a relacioná-las. Senhor Leminski deve ser mais profundo que isso. Falta o contexto aqui, agora. Hoje penso que sinto saudade de uma porção de gente. Da moça que devolveu meu último livro dele que eu emprestei na biblioteca e nem pude ler. Do frio. Da menina que fazia meus domingos mais felizes e hoje é parte de cada dia. Da que foi pro velho continente na cidade luz! Bah! (de você que me mandará a encomenda não-uruguaia também). Bah de novo. Que sem contexto né. Eu quero jogar videogame, jogar futebol, ficar um tempo sem fazer nada, mas ao mesmo tempo ter o que fazer. A sombra máxima pode vir da luz mínima. Será que isso tem de ver com esforço? Força de Vontade? Quero ir pra faculdade, quero ter provas, mas não quero ter provas. Quero me formar. Mas quero continuar na faculdade. Quero amigos por perto sempre. Ontem teve show do NOFX. Eu gostei, mas não curti o show. Perdi o segundo dos meus três ex-alargadores. Pode-se aceitar isso numa boa? Quero grana provinda do trabalho que deixa agente cansadão na sexta-feira depois do expediente, que acaba um pouco antes do normal. Quero contexto sempre. Quando neguinho não se entrega pras coisas, as coisas não saem direitas. Odeio ser tão meio termo. Apesar de que me passa agora que essa é minha única mais ou menos grande qualidade. Quero Estrogonoffe no R.U. mais vezes. Quero usar bermuda pra trabalhar quando ta calor demais. Da luz mínima. Um momento no domingo pode ser tão bom. Parece que dá pra ver o tempo, e andar do lado dele. Pena que dá pra ver o fim. Tem que aceitar, e mesmo sabendo que domingo que vem dá pra ter de novo, eu queria mais!
Sem mais,
Mau-ri. (acreditou mesmo que eu não tenho mais?)
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
De volta ao café e as maçãs

Querido diário, ontem conheci meu professor de psicologia e antropologia. “Escrevam um texto ‘quem sou eu’, pra qualquer matéria”. Lógico que eu não fiz. Mas vou fazer sim. Só que eu pensei um montão no que escrever. Tem uma música do cd “infinito de pé” do André Abujamra que chama “curriculum”. É genial pra responder umas questões assim. Ainda mais que sei lá. Agora eu lembrei que eu escrevi por causa do café ontem. Teve um tempo que minha alimentação foi baseada em maçãs e cafés. Foi muito marcante na minha vida. Acho que nem deve fazer tanto assim... Mas de fato foi marcante. Não por comer maçãs e tomar café. Mas pelas memórias que isso me traz. Pelas memórias do que e de como eu me sentia naquela época. Interessante. Eu relaciono uma fase, uma passagem, um tempo , sei lá de que forma pode definir isso, com o que eu sentia. Daí então, tavo pensando no que escrever sobre mim. Não sei ainda, de fato. Mas o que ficou bem claro foi que se eu fizesse isso um ano atrás, ou um ano na frente (escrever sobre a história da minha vida, costumes e sentimentos) seriam extremamente diferentes. Só que a essência seria mais ou menos a mesma. Com alguma pesquisa e algumas equipes de análise, poderiam facilmente constatar que eu mudo, razoavelmente bastante, principalmente nesses últimos anos, 23/4 pra ser mais exato, mas continuo de fato com o meu essencial ser. Exemplo crucial: eu ODEIO, odiarei, odiava, e todas as formas de conjugação possíveis deste verbo, azeitona. Se ouvir, Vossa Senhoria, curriculum, do André Abujamra, fica mais fácil de entender o que eu quero dizer quando me refiro à história da minha vida. Basicamente fatos não mudo. Mas o tanto que eu tenho sentido cada coisa muda o jeito que eu vejo, lembro, analiso o fato. De fato, facto fato fafafafafa to. É fato, é exacto. É o caralho. Memória fail.
Da série textos sérios compenetrados e muito intelectuais pro meu gosto comedialóide.
Quer uma maçã?
Mau-ri.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
A Sensação depois do café derramado
Derramei uma xícara de café na mesa do trabalho. Fiquei bem quieto, ninguém olhou porque eu não levantei suspeitas. Retirei calmamente o celular, tirei uns papéis que tinha pego no banheiro e colocado no bolso (para enxugar o suor mais tarde) e enxuguei o celular. Tirei as maçãs de cima do café derramado. Peguei a folha com o modelo de formulário que eu tinha acabado de imprimir (já que tava metade molhado de café já) e enxuguei o que eu pude, e joguei no lixo. Levantei, com calma, fui até a cozinha, pedi um pano, voltei e enxuguei minha mesa. Quando levantei de novo, chutei a tomada do computador. Com parcimônia religuei-a, certifiquei-me das tomadas estarem firmes nos seus respectivos plugs. Devolvi o pano na cozinha e peguei uma nova xicrinha de café.
Fiquei com uma deliciosa sensação de limpeza desde então! Eu recomendo para todo mundo uma limpeza sem alarde. Acalma, rejuvenesce e enaltece a alma. (pra quem tiver alma, claro).
Minha chefe me mostrou o cd novo da Sade (Chadê, para mim, Ssáde, para ela). Disse que era novíssimo e continuava muito bom e a cantora, que tem a idade dela, 50 anos, continuava muito linda. Eu disse que ultimamente só escuto o cd 2 da trilha sonora da novela o Rei do Gado, com os maiores sucessos de Pirilampo e Saracura. Uma pena... ela não se lembra da novela.
Pós-carnavalidade passada, ano começado. Claro que pra mim o ano começou antes do ano passado acabar. Pois é, quis ser dramático nesse comentário. Agora a vida será mais dramática do que nunca. Continue ligado para mais episódios desse drama.
“Disseram que ele não vinha... olha ele aí!”
Mau-ri.
Fiquei com uma deliciosa sensação de limpeza desde então! Eu recomendo para todo mundo uma limpeza sem alarde. Acalma, rejuvenesce e enaltece a alma. (pra quem tiver alma, claro).
Minha chefe me mostrou o cd novo da Sade (Chadê, para mim, Ssáde, para ela). Disse que era novíssimo e continuava muito bom e a cantora, que tem a idade dela, 50 anos, continuava muito linda. Eu disse que ultimamente só escuto o cd 2 da trilha sonora da novela o Rei do Gado, com os maiores sucessos de Pirilampo e Saracura. Uma pena... ela não se lembra da novela.
Pós-carnavalidade passada, ano começado. Claro que pra mim o ano começou antes do ano passado acabar. Pois é, quis ser dramático nesse comentário. Agora a vida será mais dramática do que nunca. Continue ligado para mais episódios desse drama.
“Disseram que ele não vinha... olha ele aí!”
Mau-ri.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Na base do só vou se você for

É, esse trosso de estudar acaba com a criatividade do caboco. Se bem que eu nunca fui tããão criativo assim. Mas também eu nunca fui de estudar. Então acho que não sei o que uma coisa tem de ver com outra. Acho que vou começar a ler coisas com nomes difíceis e palavras complicadas pra melhorar o meu vocabulário escrito. Aliás, note que eu "me expresso melhor escrevendo", parafraseando Zé. Então, devido a uma ferrenha discussão ante-almoço, sobre a relação entre gostar de homens e ser homossexual, ou dar de vez em quando mas só pra vareiar, e a relação denominativa segragacionista taxativa minoritária, coloco esta imagem para que reflitamos sobre o iso 14000. Sobre os processos japoneses de administração de pessoas, (de pessoas?) Seiri, Seito, Seiso, Seiketsu, Shitshuke. Ainda kaizen, que é contra desperdícios. Japoneses visionáários esses...
*a discussão não chegou a nenhuma resposta por falta de provas dos participantes.
Máu-ri.
Muito, mas Muuito macho!
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Tempo parcialmente nublado com muito calor para esta quarta-feira
Não é que queira se dar bem em tudo, é que tem medo que alguém se dê melhor que eles.
Ah mas que maravilha. Cabei de comer uns pedaço de piizza meu. Passei a tarde estudando. Agora tá na hora de dar o famoso tempo pra pizza baixar, depois tornar aos estudos. Que tal?
Quem não me conhece que me compre. Quer comprar?
Infelizmente tive que devolver na biblioteca o meu livro do Paulo Leminski, mas felizmente comprei um novo, em um sebo, ou seja, nem tããão novo assim, mas acho que tem pouco uso. Infortúniamênte esqueci-lo em cima da escrivã-ninha de meu dormitório, uma vez que esparramei o material da faculadde lá.
Dica de presente do dia: Dê uma sacola com o máximo de sonhos de valsa que você puder comprar com uns $10, $12 unidades monetárias. A quantidade de Sonhos de Valsa (e vejam bem que eu diçe Sonho de Valsa, e não outro), combinada com a cor da sacola, vezes a temperatura do dia, tem um efeito devastador no recepinte. É sucesso garantido na çerta.
Fikdica's de hoje.
Um abraço.
Máu-ri.
Ah mas que maravilha. Cabei de comer uns pedaço de piizza meu. Passei a tarde estudando. Agora tá na hora de dar o famoso tempo pra pizza baixar, depois tornar aos estudos. Que tal?
Quem não me conhece que me compre. Quer comprar?
Infelizmente tive que devolver na biblioteca o meu livro do Paulo Leminski, mas felizmente comprei um novo, em um sebo, ou seja, nem tããão novo assim, mas acho que tem pouco uso. Infortúniamênte esqueci-lo em cima da escrivã-ninha de meu dormitório, uma vez que esparramei o material da faculadde lá.
Dica de presente do dia: Dê uma sacola com o máximo de sonhos de valsa que você puder comprar com uns $10, $12 unidades monetárias. A quantidade de Sonhos de Valsa (e vejam bem que eu diçe Sonho de Valsa, e não outro), combinada com a cor da sacola, vezes a temperatura do dia, tem um efeito devastador no recepinte. É sucesso garantido na çerta.
Fikdica's de hoje.
Um abraço.
Máu-ri.
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